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	<title>Expansión EcoSur Films</title>
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	<description>Venezuelan independent Films, media and EcoSocialismo</description>
	<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 20:31:12 +0000</pubDate>
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		<title>Reel Sur Sin Fronteras</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 01:03:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ees</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogroll]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/12/foto-jose.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-173" title="foto-jose" src="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/12/foto-jose-300x199.jpg" alt="foto-jose" width="300" height="199" /></a></p>
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		<title>Carta en defensa de la Madre Tierra, La Pachamama</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 14:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ees</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[philosophy inspiration]]></category>

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		<description><![CDATA[
Batem os tambores
A Mãe Terra convoca suas filhas e filhos a cerrarem fileiras em sua defesa
Entre os dias 12 e 18 de Outubro de 2009, movimentos sociais de todo o mundo realizarão atos e manifestações contra a mercantilização da vida e dos bens naturais.
Será a Semana de Mobilização Global em Defesa da Mãe Terra, Contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/10/salvemos-la-pachamama.jpg"><a href="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/10/minas-a-cielo-abierto.jpg"><img class="alignright size-large wp-image-127" title="minas-a-cielo-abierto" src="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/10/minas-a-cielo-abierto-1024x768.jpg" alt="minas-a-cielo-abierto" width="1024" height="768" /></a><img class="alignright size-full wp-image-120" title="salvemos-la-pachamama" src="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/10/salvemos-la-pachamama.jpg" alt="salvemos-la-pachamama" width="2480" height="3508" /></a></p>
<p>Batem os tambores<br />
A Mãe Terra convoca suas filhas e filhos a cerrarem fileiras em sua defesa</p>
<p>Entre os dias 12 e 18 de Outubro de 2009, movimentos sociais de todo o mundo realizarão atos e manifestações contra a mercantilização da vida e dos bens naturais.<br />
Será a Semana de Mobilização Global em Defesa da Mãe Terra, Contra a Mercantilização da Vida e pela Soberania Alimentar, aprovada pela Assembléia dos Movimentos Sociais do Fórum Social Mundial de Belém, e ratificada pela IV Conferência Continental dos Povos Indígenas de Aby-Yala.<br />
Esta jornada será um ponto alto das lutas travadas pelos povos do mundo contra a dominação do capital, pela salvação do planeta e da humanidade e, portanto, faz parte de campanhas mundiais contra a privatização da água, a bio-pirataria, os modelos energéticos em vigor, pela reforma agrária e por justiça ambiental.</p>
<p>Na Pan-Amazônia o grito da Mãe Terra será escutado</p>
<p>Nos nove países da Pan-Amazônia, o território amazônico tem sido vítima ao longo das últimas décadas de grandes projetos de conteúdo predatório, com graves prejuízos para os indígenas, quilombolas, afro-amazônidas, comunidades tradicionais, trabalhadores rurais e populações urbanas. A recente tentativa de aplicação do Tratado de Livre Comércio entre Estados Unidos e Peru, que culminou no massacre de Bagua, na selva central peruana, continua vivo em nossa memória, assim como a aceleração das obras financiadas pela IIRSA, que tem impactado negativamente a vida das comunidades tradicionais e populações originárias.<br />
Da mesma forma permanecem atuais as lutas contra a construção de novas hidrelétricas que irão desalojar populações e destruir rios, contra a legalização de terras griladas pelo grande capital e contra a violação de direitos ancestrais por parte de empresas mineradoras e petrolíferas.<br />
Por todos estes motivos, na Declaração Final do Encontro Internacional Preparatório para o Fórum Social Pan-Amazônico, realizado entre 14 e 17 de julho, em Belém do Pará, a Semana de Mobilização Global em Defesa da Mãe Terra, Contra a Mercantilização da Vida e pela Soberania Alimentar foi aprovada como uma jornada de luta de todos os povos panamazônicos.</p>
<p>Rumo a Terra Sem-Males</p>
<p>A Semana da Mãe Terra abre a oportunidade de realizarmos manifestações amplas envolvendo indígenas, quilombolas, negros e negras, trabalhadores urbanos, agricultores familiares, ribeirinhos, extrativistas, Sem terras, coalizões por Justiça Ambiental, marcando forte a presença amazônica no movimento mundial contra a barbárie capitalista e em defesa do planeta e da humanidade. Será um momento privilegiado de resignificar, reconstruindo as estratégias de resistência e a unidade dos povos da Pan-Amazônia, pelos seus direitos, e por uma terra de justiça e liberdade.<br />
Neste sentido, o Fórum Social Pan-Amazônico, através da Comissão de Articulação do seu Conselho Internacional, convoca todos os lutadores e lutadoras sociais da Pan-Amazônia a se fazerem presentes na Semana de Mobilização Global em Defesa da Mãe Terra, Contra a Mercantilização da Vida e pela Soberania Alimentar, organizando atos, ações, caminhadas, passeatas, certos de que assim estaremos dando mais um passo na construção de um outro mundo, possível, justo e necessário.</p>
<p>Comissão de Articulação do Conselho Internacional do FSPA<br />
Setembro de 2009</p>
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		<title>Documentales de Sur Sin Fronteras al Festival Andino de Cine Documenta 2009, Caracas - Venezuela</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 14:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ees</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[philosophy inspiration]]></category>

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		<description><![CDATA[SELECCION DOCUMENTA 2009
IV FESTIVAL DE CINE DOCUMENTAL EN CARACAS
PREMIO REGIONAL ANDINO DE CINE DOCUMENTAL
DOCUMENTA 2009
Documentales seleccionados para la competencia andina: 30
Documentales seleccionados para la competencia nacional: 12
LISTA DE LOS DOCUMENTALES SELECCIONADOS
SELECCION DOCUMENTA 2009
AL MEJOR CORTOMETRAJE DOCUMENTAL ANDINO
LA CHIROLA de Diego Mondaca, Bolivia (26’)
A través de Pedro, personaje atrayente, se descarga una destacada reflexión en torno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SELECCION DOCUMENTA 2009</p>
<p>IV FESTIVAL DE CINE DOCUMENTAL EN CARACAS<br />
PREMIO REGIONAL ANDINO DE CINE DOCUMENTAL<br />
DOCUMENTA 2009<br />
Documentales seleccionados para la competencia andina: 30<br />
Documentales seleccionados para la competencia nacional: 12<a href="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/10/documenta-2009.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-114" title="documenta-2009" src="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/10/documenta-2009.jpg" alt="documenta-2009" width="300" height="450" /></a></p>
<p>LISTA DE LOS DOCUMENTALES SELECCIONADOS</p>
<p>SELECCION DOCUMENTA 2009<br />
AL MEJOR CORTOMETRAJE DOCUMENTAL ANDINO</p>
<p>LA CHIROLA de Diego Mondaca, Bolivia (26’)<br />
A través de Pedro, personaje atrayente, se descarga una destacada reflexión en torno al valor de la libertad y la condición humana. Construimos la belleza, fealdad, ternura y crueldad, su infinitud y sus límites de LA CHIROLA por medio del relato de Pedro y es a través de él, que la conocemos y la reflexionamos.<br />
Los espacios de supuesta libertad y los estereotipos son atacados de forma directa e inteligente con una narración consciente y honesta que se construye por la experiencia vivida. Un miedo a la violencia del hombre y sus prejuicios, que niegan al otro y lo condenan cruelmente. Una esperanza que nace cuando su perrito, un cachorro, se convierte en la salvación de Pedro: “El perro me domesticó” nos dice.</p>
<p>YUJRE (PUEBLO YURACARE), Bolivia (23’)<br />
El pueblo originario Yuracare ubicado en la provincia Chapare del Departamento de Cochabamba muestra la importancia de vivir en contacto con la naturaleza pero también sus habitantes sienten preocupación por la llegada de gente extraña a su territorio que van contaminando sus ríos y su territorio.</p>
<p>ERASE UNAVEZ UN DESECHABLE de David Paternina, Colombia (9’)<br />
Un vaso desechable es fabricado, comercializado, usado y desechado en una calle de la ciudad turística de Santa Marta. Allí, el vaso queda abandonado a la intemperie sobre la vía, en donde es pisado, arrastrado, barrido y conducido por la lluvia hacia la bahía más bella de América, mientras que la ciudad continua su ritmo de movimiento y las personas consumen sin parar.</p>
<p>MINADORES de Paola Rodas, Ecuador (23’)<br />
El botadero de Zámbiza es ahora la Estación de Transferencia de basura más grande de Quito. Allí trabajan los minadores recolectando basura ante la falta de oportunidades, bajo la supervisión de un hombre que ha encontrado en ellos su pequeño cabildo. Entre la resignación de algunos, otros luchan con valor por salir adelante y realizar sus sueños.</p>
<p>DE DURÁN A CHIMBACALLE A PEDAL de Edwin Jara Gómez, Ecuador (35’)<br />
Cien años después de la llegada a la ciudad de Quito del Ferrocarril ecuatoriano, siete ciclistas recorren de nuevo esta ruta, visitando todas las estaciones y pueblitos que el descuido a convertido en parajes casi fantasmales y a sus habitantes les robo la poca esperanza que les quedaba. Odisea que no estuvo exenta de peripecias y contratiempos que lejos de ser un obstáculo más bien sirvieron como una señal de que algo trascendente se estaba reconstruyendo.</p>
<p>VIVO EN EL CENTRO de Jeissy Trompiz y Sheri Paola Ochoa, Venezuela (25’)<br />
Es una mirada hacia la vida de seres ignorados que conviven día a día en el centro de Maracaibo, en su diario deambular bajo el mismo sol, concreto, ruido y cotidianidad. Indigentes, un cantante, un patiquín, un librero, nos cuentan interesantes historias sobre sus vidas, historias captadas con la mayor naturalidad que el cine permite: con una cámara escondida.</p>
<p>FANtasmo de Jonás Romero García, Venezuela (30’)<br />
Documental sobre el presidente Hugo Chávez Frías, una búsqueda: ¿Quién es el presidente? ¿Usted lo conoce? Un recorrido por la imagen de un hombre que es presidente, beisbolista, socialista, pintor, cantante, militar, héroe, villano. Un viaje a través de las imágenes de la ciudad siguiendo el cuento de un hombre que se hace símbolo, un hombre repetido hasta el fin, perdido y náufrago en un mar de caras y máscaras.</p>
<p>MÉXICO ILEGAL de Pedro Ruiz, Venezuela (24’)<br />
Cada año, unos 300 mil sin papeles de Centro América atraviesan México hasta los Estados Unidos, y a veces hasta Canadá. Ellos huyen de la miseria, del trabajo del campo y de la vida dura del trabajo en las fábricas pagado a un dólar la hora, para intentar su sueño americano. Para estos aventureros sin dinero, el tren se convierte en el medio de transporte más popular para atravesar México. Pero esta larga ruta de muchos días estará sembrada de peligros.</p>
<p>SÓLO EL AMOR SALVARÁ AL MUNDO de Ricardo Arturo Armas, Venezuela (6’)<br />
Un hombre viaja por las redes de trenes de Buenos Aires usando su bandoneón como única arma para transmitir el más hermoso de todos los mensajes &#8221;Sólo el amor salvará al mundo&#8221;.</p>
<p>SELECCION DOCUMENTA 2009<br />
AL MEJOR LARGOMETRAJE DOCUMENTAL ANDINO</p>
<p>INALMAMA, SAGRADA Y PROFANA de Eduardo López Zavala, Bolivia (85’)<br />
La hoja de coca condensa, material y simbólicamente, las rutas de lo sagrado y lo &#8221;profano&#8221; en la vida de los pueblos de Bolivia. Las culturas son poderes, y la coca tiene una centralidad que no puede ser eludida. Su economía es parte fundamental de la erección de los poderes coloniales y republicanos; articula mundos económicos e imaginarios, trenza la vida individual con la colectiva, acompaña toda ritualidad, se disemina en los intercambios sociales. El documental teje y enhebra las distintas y contradictorias caras de la hoja de coca en Bolivia.</p>
<p>ADIÓS AL CHOLERO de Carlos Mario Urrea y Carolina Arango, Colombia (94’)<br />
Adiós al Cholero es la crónica de dos documentalistas colombianos que se sumergen en las complejidades de la cultura popular boliviana, a través de la cotidianidad de Andrés Huaquipa, un minero y músico potosino, y de su familia. En el proceso descubren al Cholero (un hombre libre, mujeriego y bebedor) que no sólo es el nombre de una canción, sino parte fundamental del espíritu de Huaquipa. Varios años y viajes son necesarios para dar testimonio de cómo un hombre libre lucha en contra de sus instintos por convertirse en un hombre de familia.</p>
<p>MEZCLAS URBANAS de Miguel Alfonso Insignares, Colombia (51’)<br />
Mezclas urbanas es un documental que expone paralelamente los estilos de vida que se han generado a partir de tres tendencias musicales seguidas por miembros de contextos sociales distintos, enseñando además la semejanza que existe entre el comportamiento de los protagonistas de estas tres subculturas, tomando como referencia el lenguaje verbal y no verbal, indumentaria, influencias musicales que nacen desde la misma esencia de sus raíces y sentido de pertenencia en acción de respeto para con su misma procedencia. Dj Capo, Dj Indigo y Dj Jacinto, son la dosis exacta de urbanismo, clase y derroche de multiculturalismo. Juntos hacen vibrar las calles de la Barranquilla nocturna que sale para sentir que vuelven a vivir al son de Champeta, África y Electrónica. Cada cual desde su propio escenario realza el poder de la música y el impacto social latente en una ciudad contemporánea y urbana.</p>
<p>DESCARTES de Fernando Xavier Mieles, Ecuador (80’)<br />
¿Qué pasa cuando una película se pierde? Si el filme existe solo en la memoria de quienes lo pudieron ver, ¿Existe el cineasta que lo creó? Gustavo Valle circula por las calles de Guayaquil, un fotógrafo de matinés ignorado por la historia del cine ecuatoriano, olvidado por quienes premiaron sus cortometrajes. Sus películas, perdidas en el laberinto burocrático de la ciudad, son reconstruidas por la memoria de quienes las vieron.</p>
<p>ESTE MALDITO PAÍS de Juan Martín Cueva, Ecuador (78’)<br />
Reflexión sobre ciertos rasgos característicos de los ecuatorianos, utilizando como hilo conductor el tema del mestizaje.<br />
Con varias historias de vida entrelazadas, esta película pretende, más que aportar respuestas, poner sobre el tapete temas mal resueltos tanto en la manera en que el Ecuador se define como sociedad, como en la subjetividad de sus habitantes.</p>
<p>LUCANAMARCA de Carlos Cárdenas y Héctor Galvez, Perú (70’)<br />
Santiago de Lucanamarca, una remota comunidad campesina de Los Andes peruanos, es remecida por la presencia de la Comisión de la Verdad y Reconciliación que viene a abrir las tumbas de los 69 fallecidos en la matanza del 3 de abril de 1983. Veinte años después surge la posibilidad de cerrar las viejas heridas pero la desconfianza recorre también las calles del pueblo. ¿Acaso no somos todos peruanos? Se pregunta uno de los afectados. La historia de Lucnamarca nos muestra lo esquiva que puede ser la justicia.</p>
<p>TAMBOGRANDE, MANGOS, MUERTE, MINERÍA de Ernesto Cabellos y Stéphanie Boyd, Perú (85’)<br />
Una ola de pioneros transforma un desierto en un fértil valle de mangos y limones. El esfuerzo de sus vidas es amenazado cuando se descubre un yacimiento de oro bajo sus tierras. La indignación, la violencia y un asesinato estremecen lo que antes era un tranquilo pueblo en el norte del Perú.</p>
<p>MÁS ALLÁ DE LA CUMBRE de Juan Carlos Lopez Duran, Venezuela (78’)<br />
En julio de 2006, después de alcanzar la cumbre del Nanga Parbat, a más de 8 mil metros de altitud, José Antonio Delgado, quedó atrapado durante el descenso por una feroz tormenta. “Más allá de la Cumbre” relata la historia que se desató en los días siguientes y que se convirtió en uno de los más conmovedores relatos de supervivencia, valentía y amor a la vida.</p>
<p>VINOTINTO, LA PELÍCULA de Miguel José New, Venezuela (90’)<br />
En el año 2001 una selección que solo conocía la derrota sorprende a toda Sudamérica con una cadena de victorias inesperadas en las eliminatorias hacia Corea-Japón 2002. Los jugadores han comenzado a creer en sí mismos como nunca antes y una camiseta vinotinto comienza a representar a todo un país. Una esperanza, antes inimaginable, germina en el corazón de los venezolanos: clasificar por vez primera a un Mundial de Fútbol.</p>
<p>KATAA-OU-OUTA (VIVIR-MORIR) de Patricia Ortega, Venezuela (116’)<br />
Desde la tierra suramericana indígena, emerge la figura mitológica de la anciana, quien viene desde el antepasado para contarnos la historia ancestral del pueblo Wayuu (etnia Colombo-venezolana). La fantasía y la realidad se confunden en un viaje en el que los indígenas lideran la incansable batalla por defender sus creencias, sus sueños, su forma de vida frente al crecimiento desmedido de la sociedad actual. Nos encontramos en la encrucijada, suspendidos entre el mundo occidental y el mundo indígena, ambos se mezclan y se yuxtaponen, aunque su naturaleza sea completamente distinta, aunque su alianza, quizás sea imposible.</p>
<p>SELECCION DOCUMENTA 2009<br />
A LA MEJOR OPERA PRIMA DOCUMENTAL</p>
<p>UN DÍA MÁS de Leonardo de La Torre y Sergio Estrada, Bolivia (80’)<br />
Don Diógenes es un emigrante boliviano que ha decidido dejar de viajar. Quiere permanecer en el valle y, por primera vez, ver florecer su huerto de duraznos.<br />
– ¿Cuándo llegaste? ¿Cuándo te vas? ¿Cuánto tiempo te quedas?<br />
– Un día más.<br />
Ésta es la historia de un pequeño pueblo de experimentados viajeros que viven entre Bolivia y los Estados Unidos.</p>
<p>16 MEMORIAS de Camilo Botero, Colombia (53’)<br />
Retrato de infancia de una familia colombiana cuya vida filmada entre 1945 y 1971, nos recuerda que alguna vez creímos que todos los días serían cálidos, simples y azules.</p>
<p>EL OTRO LADO DE LA HOJA, LAS GENERACIONES DE COCA de Daniel Rozo, Colombia (35’)<br />
El oficio de los Raspachines de hoja de coca que se ha forjado por décadas en Colombia demuestra la transformación cultural, el trabajo generacional y las nuevas relaciones y formas de vida a pesar de soportar estereotipos fijados por los medios de comunicación.</p>
<p>CRISÁLIDAS, RELATOS DE LA EXPLOTACIÓN SEXUAL INFANTIL de Patricia Ayala, Colombia (24’)<br />
A los trece años Mariana se cansó de los abusos sexuales del padre y se fue a vivir a un prostíbulo. Mientras ella nos cuenta su historia, la vida se desarrolla en la institución que alberga a niños y niñas que han vivido el infierno de la explotación sexual. A pesar de los dolores, ellos se permiten soñar un futuro.</p>
<p>TUMACO PACÍFICO de Samuel Córdoba, Colombia (90’)<br />
La vida diaria en una ciudad de palafitos, donde una cultura rica y alegre sobrevive a un poderoso tsunami de violencia. Junior, Carmen Julia, Doña Eduarda y Don Carlos, habitantes de Tumaco, relatan las historias de sus vidas y comparten sus más profundas reflexiones. Un mundo absurdo y a la vez hermoso, creciendo sobre un mar inundado de basura.</p>
<p>JIPI KOGUI de Sorany Marín, Colombia (41’)<br />
Dos hombres civilizados que hace 40 años, mezclaron la ideología Hippie, con la cultura de los indígenas Koguis, se reencuentran en lo más alto de la Sierra Nevada de Santa Marta para mantener viva su herencia espiritual.</p>
<p>MEMORIA DE QUITO de Mauricio Velasco, Ecuador (45’)<br />
La fotografía de una mujer, retratada en la primera década de siglo XX, permanece anónima hasta hoy. Es una mujer desnuda y embarazada, y sólo por algunas pistas y rastros se descubre que es una mujer indígena. ¿Quién pudo haber sido esta mujer?</p>
<p>NUESTRA HISTORIA ESTÁ EN LA TIERRA de Eliezer Arias, Venezuela (84’)<br />
Es un viaje por diferentes pueblos indígenas que habitan el sur del río Orinoco y testimonios orales de diversos actores. « Nuestra historia está en la tierra » se acerca al tema de la demarcación de los territorios indígenas de Venezuela, ofreciendo diferentes visiones sobre la territorialidad indígena en el contexto de una unidad nacional hegemónica que los reconoce e incluye, pero a su vez los disuelve y homogeniza.</p>
<p>MARÍA Y EL NUEVO MUNDO de George Walker Torres, Venezuela (57’)<br />
En plena selva de la Cordillera de la Costa venezolana se alza un pueblo que parece haber salido de un cuento de Hans Christian Andersen, la Colonia Tovar. Construido en el siglo XIX por campesinos alemanes muy pobres, la Colonia es hoy día una prospera atracción turística. María, una mujer venezolana de 37 años, vive en el « bote », el basurero de este pueblo tan peculiar. Separada de su hija, María trabaja recogiendo botellas y latas, rodeada por sus compañeros y una manada de perros abandonados. Este film es su historia.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">MÁS ALLÁ DEL PARAÍSO de José Luís Dávila, Venezuela (47’)</span><br />
El continuo desarrollo industrial de las ciudades en nuestra Venezuela Saudita. Ha comenzado la avanzada de nueva conquista hacia los territorios de nuestros pobladores originarios. En este documental abordamos la lucha de un pueblo campesino llamado el Socuy, integrado por los hermanos Wayúu y desplazados colombianos por el conflicto político armado, enclavado en medio de la Sierra de Périja en el estado Zulia, candente frontera entre Venezuela y Colombia. Este pueblo enfrenta la lucha contra las compañías explotadoras y comercializadoras transnacionales de carbón Mineral.</p>
<p>TIEMPO MUSICAL, EL TAMBOR DE BARLOVENTO de Orimar Yoana Castillo, Venezuela (45’)<br />
Es un documental que narra la historia del tambor de Barlovento a través de sus protagonistas, narrado en las locaciones de Curiepe, Tacarigua y Caracas. Se muestra el sentido de la música y la pertenencia del venezolano con este instrumento musical. Las emociones que produce, las tradiciones en las que participa y la historia que marca la idiosincrasia venezolana.</p>
<p>SELECCION DOCUMENTA 2009<br />
AL MEJOR DOCUMENTAL NACIONAL VENEZOLANO</p>
<p>EL REY DEL GALERÓN de John Petrizzelli (56’)<br />
El documental explora la vida y la obra musical de Benito Quiros, el Rey del Galerón. El filme nos lleva a conocer sus humildes origenes y recorre su ajetreada vida hasta su muerte en un accidente vial en 1967, permitiéndonos reflexionar sobre la música popular y la historia reciente a través de los automóviles y la radio, ligados intimamente al personaje.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">AMAZONAS LA ÚLTIMA FRONTERA de José Luís Dávila (53’)</span><br />
La lucha de una comunidad multiétnica en la frontera natural más grande del sur de América, el Amazonas, en busca de la autosustentabilidad y la autonomía necesarias en las riveras del río ORINOCO. Todo en base al rescate de su cultura propia: el conuco tradicional, la vivencia con nuevas visiones agroecólogicas y de permacultura basadas en sus raíces ancestrales. Una reivindicación en cuanto a la importancia que representa este Pulmón Vegetal para todos siendo una de las reservas de agua dulce mas importantes de nuestro planeta.</p>
<p>MÁS ALLÁ DE LA CUMBRE de Juan Carlos Durán (78’)<br />
En julio de 2006, después de alcanzar la cumbre del Nanga Parbat, a más de 8 mil metros de altitud, José Antonio Delgado, quedó atrapado durante el descenso por una feroz tormenta. “Más allá de la Cumbre” relata la historia que se desató en los días siguientes y que se convirtió en uno de los más conmovedores relatos de supervivencia, valentía y amor a la vida.</p>
<p>VINOTINTO, LA PELÍCULA de Miguel José New (90’)<br />
En el año 2001 una selección que solo conocía la derrota sorprende a toda Sudamérica con una cadena de victorias inesperadas en las eliminatorias hacia Corea-Japón 2002. Los jugadores han comenzado a creer en sí mismos como nunca antes y una camiseta vinotinto comienza a representar a todo un país. Una esperanza, antes inimaginable, germina en el corazón de los venezolanos: clasificar por vez primera a un Mundial de Fútbol.</p>
<p>KATAA OU-OUTA (VIVIR-MORIR) de Patricia Ortega (116’)<br />
Desde la tierra suramericana indígena, emerge la figura mitológica de la anciana, quien viene desde el antepasado para contarnos la historia ancestral del pueblo Wayuu (etnia Colombo-venezolana). La fantasía y la realidad se confunden en un viaje en el que los indígenas lideran la incansable batalla por defender sus creencias, sus sueños, su forma de vida frente al crecimiento desmedido de la sociedad actual. Nos encontramos en la encrucijada, suspendidos entre el mundo occidental y el mundo indígena, ambos se mezclan y se yuxtaponen, aunque su naturaleza sea completamente distinta, aunque su alianza, quizás sea imposible.</p>
<p>VIVO EN EL CENTRO de Jeissy Trompiz y Sheri Paola (25’)<br />
Es una mirada hacia la vida de seres ignorados que conviven día a día en el centro de Maracaibo, en su diario deambular bajo el mismo sol, concreto, ruido y cotidianidad. Indigentes, un cantante, un patiquín, un librero, nos cuentan interesantes historias sobre sus vidas, historias captadas con la mayor naturalidad que el cine permite: con una cámara escondida.</p>
<p>FANtasmo de Jonás Romero García (30’)<br />
Documental sobre el presidente Hugo Chávez Frías, una búsqueda: ¿Quién es el presidente? ¿Usted lo conoce? Un recorrido por la imagen de un hombre que es presidente, beisbolista, socialista, pintor, cantante, militar, héroe, villano. Un viaje a través de las imágenes de la ciudad siguiendo el cuento de un hombre que se hace símbolo, un hombre repetido hasta el fin, perdido y náufrago en un mar de caras y máscaras.</p>
<p>ELADIO TARIFE: LA PLUMA DE ORO DEL LLANO de José Francisco Michelli (22’)<br />
La obra musical de Eladio Tarife es mostrada a partir de su contexto: el llano venezolano. Su pasado, sus vivencias como llanero y la relación con sus amigos sirven para contar quién es Eladio Tarife, el compositor.</p>
<p>SÓLO EL AMOR SALVARÁ AL MUNDO de Ricardo Arturo Armas Galindo (6’)<br />
Un hombre viaja por las redes de trenes de Buenos Aires usando su bandoneón como única arma para transmitir el más hermoso de todos los mensajes &#8221;Sólo el amor salvará al mundo&#8221;.</p>
<p>NUESTRA HISTORIA ESTÁ EN EL TIERRA de Eliezer Aria (84’)<br />
Es un viaje por diferentes pueblos indígenas que habitan el sur del río Orinoco y testimonios orales de diversos actores. « Nuestra historia está en la tierra » se acerca al tema de la demarcación de los territorios indígenas de Venezuela, ofreciendo diferentes visiones sobre la territorialidad indígena en el contexto de una unidad nacional hegemónica que los reconoce e incluye, pero a su vez los disuelve y homogeniza.</p>
<p>MARÍA Y EL NUEVO MUNDO de George Walker Torres (57’)<br />
En plena selva de la Cordillera de la Costa venezolana se alza un pueblo que parece haber salido de un cuento de Hans Christian Andersen, la Colonia Tovar. Construido en el siglo XIX por campesinos alemanes muy pobres, la Colonia es hoy día una prospera atracción turística. María, una mujer venezolana de 37 años, vive en el « bote », el basurero de este pueblo tan peculiar. Separada de su hija, María trabaja recogiendo botellas y latas, rodeada por sus compañeros y una manada de perros abandonados. Este film es su historia.</p>
<p>TIEMPO MUSICAL, EL TAMBOR DE BARLOVENTO de Orimar Yoama Castillo (45’)<br />
Es un documental que narra la historia del tambor de Barlovento a través de sus protagonistas, narrado en las locaciones de Curiepe, Tacarigua y Caracas. Se muestra el sentido de la música y la pertenencia del venezolano con este instrumento musical. Las emociones que produce, las tradiciones en las que participa y la historia que marca la idiosincrasia venezolana.</p>
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		<title>Entrevista en revista de Cine vertigo, Venezuela</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 23:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ees</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Festivales y Entrevistas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Festival de Cine Andino Documenta 2009
por Pablo Gamba
Entrevistado:
Dir. José Luis Dávila
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&#8220;Convivir con ellos, pisar lo que ellos pisan, comer lo que ellos comen es para nosotros la etnografía&#8221;
Dos documentales venezolanos de la cooperativa Expansión Eco Sur dirigidos por José Luis Dávila, Más allá del paraíso y Amazonas, la última frontera, fueron seleccionados para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/10/joseluisdavila.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-176" title="joseluisdavila" src="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/10/joseluisdavila.jpg" alt="joseluisdavila" width="250" height="150" /></a></p>
<p>Festival de Cine Andino Documenta 2009<br />
por Pablo Gamba</p>
<p>Entrevistado:<br />
Dir. José Luis Dávila</p>
<p>Ver más entrevistas<br />
&#8220;Convivir con ellos, pisar lo que ellos pisan, comer lo que ellos comen es para nosotros la etnografía&#8221;</p>
<p>Dos documentales venezolanos de la cooperativa Expansión Eco Sur dirigidos por José Luis Dávila, Más allá del paraíso y Amazonas, la última frontera, fueron seleccionados para el Festival Documenta 2009. Compiten en los renglones de mejor opera prima andina y mejor documental venezolano, respectivamente.</p>
<p>Ambos filmes tienen en común el tema de la región fronteriza. El primero trata la problemática de El Socuy, entre Venezuela y Colombia, una zona habitada por indígenas del pueblo wayuu y desplazados por la guerra en el país vecino, amenazada también por la explotación del carbón y su secuela de daños ambientales. El segundo es sobre la comunidad multiétnica de Santa María de Mavacal, en el Amazonas, cerca de Brasil y Colombia. Allí conviven indígenas de los pueblos yeral, guarequena, guajibo, baré y curripaco, entre otras personas, que llevan adelante un proyecto colectivo de desarrollo sustentable, el cual está amenazado por la actividad minera. Las 2 cintas integran la serie Sur sin Fronteras, que comprende hasta ahora 10 documentales, de los cuales Más allá del paraíso es el primero. Los últimos 4 están en postproducción.</p>
<p>Vértigo conversó sobre ambos filmes con Dávila, quien es un cineasta que empezó en la fotografía artística y trabajó en el Departamento de Cine de la ULA. Participó en el rodaje de película Tierra para hombres libres de la Universidad de Sao Paulo, en Brasil, sobre el Movimiento de los Trabajadores Rurales Sin Tierra, y luego hizo talleres en la Escuela Internacional de Cine y Televisión de San Antonio de Los Baños, en Cuba.<br />
—¿Qué es el proyecto Sur sin Fronteras?</p>
<p>—Sur Sin Fronteras es un concepto utópico, pero realizable, de una frontera sin líneas divisorias, sin alcabalas que nos pidan pasaportes, sin limitantes que vayan por encima de lo humano y pongan lo económico en primer plano. Esa fue una de las cosas principales que nos encontramos: las fronteras de nuestro país están totalmente en función de lo económico. Pero también hay poblaciones indígenas, poblaciones campesinas, que no ven la frontera como una limitante. Ellos conviven con el de allá y con el de acá de la misma manera. Los guyaneses incluso. Estuvimos a principios de año terminando el documental sobre la frontera con Guyana, y era una relación superfluida la del trabajo y de la minería. Lo que nosotros creemos en la ciudad, que los del otro lado están destruyendo y traficando droga, es natural. Es su forma de vida. Es como ver un buhonero, un tipo que alquila un teléfono en Caracas. Es totalmente normal y natural. Convivir con ellos, pisar lo que ellos pisan, comer lo que ellos comen es para nosotros la etnografía. No es el antropólogo que va con un equipo a investigar, toma su muestra y se va. El elemento esperanzador de la frontera es que la gente busca un espacio para integrarse, crear proyectos colectivos. Luchan por una causa no política sino comunitaria. Es una utopía anarquista, podría decirse, eso de Sur Sin Fronteras. Un lugar donde no hay límites, no hay divisiones y hay horizontalidad en las decisiones. Eso se da en esos lugares de frontera porque no es tan fuerte la presencia del estado, ni de la empresa privada ni de nadie. Ahí no hay nada.</p>
<p>—¿Cómo se traduce eso en los documentales?</p>
<p>—Hemos ido buscando en cada documental algo específico. Por eso es una serie de documentales etnográficos y no una serie de televisión. Asumimos la responsabilidad que eso genera. Un documental debe ser crítico, debe tener respeto por la realidad que vamos a interpretar y una función social específica. El documental no debe estar aislado de lo que pasa. Tampoco queremos generar una división con el cine de autor. Estuve en el Docbsas en 2008 y vi una brecha gigantesca entre el cine de autor documental y el cine documental social. Eran como dos polos opuestos. Lo volví a ver aquí, en el Encuentro de Documentalistas Latinoamericanos, al que vino gente de una formación académica más corta que trabajaba en medios comunitarios y hace trabajos con bastante peso. Y eran dos camadas de documentalistas: unos que tenían que ser más respetados y otros con menos respeto porque tienen menos formación. Nosotros constantemente estamos haciendo pesquisas para aumentar nuestra capacidad técnica como realizadores y también tomamos en cuenta esos movimientos de cine de la base, como lo llamo, y estoy muy influenciado por Raymundo Gleyzer, Santiago Álvarez y Fernando Birri, igual que Edmundo Aray. Hacemos un cine activista, podría decirse, pero somos muy imparciales. No estamos de un lado ni del otro. Somos bastante claros en eso.</p>
<p>—Hábleme un poco de Más allá del paraíso…</p>
<p>—A partir de 2004 subimos constantemente a El Socuy, aproximadamente durante año y medio. Estuvimos muy fuertemente vinculados con la lucha política. Había protestas en todo el país y fueron manipuladas por el otro lado político, el regional. En el chavismo había enfrentamientos de un lado y de otro, y todo era un protagonismo. Nosotros fuimos, como realizadores, a captar esa realidad, y vimos que la lucha tenía muchas aristas. Vimos lo que más nos pareció que debíamos adecuar, buscamos a personas clave, gente que desarrolla trabajos allí específicos, como especialistas en biología, un antropólogo, un luchador social que organiza cooperativas y consejos comunales, campesinos que no tienen cédula y son explotados como mano de obra barata, al igual que los indígenas, que son presa fácil de paramilitares y grupos subversivos. Toda esa realidad la vimos: vimos gente morir, hubo un compañero de ese grupo de lucha social que resultó herido de dos balazos por un paramilitar en Maracaibo. Convivimos con grupos guerrilleros, y eso no lo puedo describir porque me buscan y me cortan la cabeza. Estuvimos en presencia de muchas cosas que te mueven tus parámetros convencionales. Tienes que empezar a indagar y a buscar la poesía en la imagen, y no llegar a ser tan crudo, porque si no sería un caso de archivo criminal, un seriado de muerte.</p>
<p>—Varios de los personajes del documental vinieron a Caracas, a una marcha. Fuimos donde el presidente Chávez por el carbón en 2005. Vinieron a dar charlas en el Foro Social Mundial sobre qué era lo que pasaba en su territorio y por qué estaban peleando, y eso logró hacer un frente de medios comunitarios, colectivos, gente anarquista, muchos movimientos de la calle, que los apoyaron, y luego vinieron los yukpas, que son los que han estado demarcando el territorio. Esa franja es la mina de carbón mineral para hacer acero más gigantesca a cielo abierto que existe en el planeta. Nosotros estuvimos del lado de Colombia y después filmando el de los wayuu. Toda esa gran explotación, que se llama Cerrejón, va a un puerto en Colombia que se llama Simón Bolívar y sale a la costa este de Estados Unidos y a China. La idea de ellos es traspasar la frontera hacia la Sierra de Perijá, porque ahí está la otra franja, que es similar y está más virgen aún.</p>
<p>—Todos estos documentales tienen un lugar común: la lucha de las personas de las fronteras contra las trasnacionales, que son las que también quieren sacar oro, que quieren sacar uranio, manganeso, kaolín, lo que sea, y no tienen respeto. Construyen una carretera, una escuela, un hospital… Eso no es bienestar social porque, ¿quién va a vivir allí después con tanta destrucción? En la Sierra de Perijá hay extracción de carbón. Empresas nacionales la apoyan porque dicen que eso es bienestar. Pero, anda a ver el río Guasare, el río Limón: animales deformados, gente enferma… No ha sido a gran escala porque no es tanta la explotación, pero siempre genera un pasivo ambiental y humano.</p>
<p>—Pero no sólo han sido fronteras candentes. También hemos estado en la frontera marítima de Falcón, Aruba y Curazao. Hicimos ficción, un docfic que estamos editando ahorita, sobre la llegada de los afrodescendientes a esa costa, cómo se dio el contacto y cómo subieron a la sierra de Falcón, cómo fueron esclavizados y cómo se rebelaron. A partir de esa experiencia, un compañero empezó a escribir un guión de ficción, y el CNAC nos aprobó el desarrollo de un proyecto que se llama Zambo. Vamos yendo hacia la ficción con un sentido que genere una repercusión en esas sociedades que están olvidadas, que han sido poco vistas en la televisión o en el cine, y mal representadas. Ves películas de frontera como Punto y raya, y es una mala representación. Es jocoso pero hay que investigar; no puedes tomar estereotipos. Hay que romper un poco con eso dándoles la palabra a ellos, y tratando de ser en el montaje, que es donde manipulas la imagen, lo más diáfano posible con lo que observaste.<br />
<a href="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/10/foto-amaz.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-81" title="Amazonas la última Frontera" src="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2009/10/foto-amaz-240x300.jpg" alt="Amazonas la última Frontera" width="240" height="300" /></a></p>
<p>Más allá del paraíso</p>
<p>Ver más entrevistas</p>
<p>—Hay un personaje en Más allá del paraíso, un colombiano que fue cantante, José López, y que es una especie de eterno desplazado de todo…</p>
<p>—Para mí ese señor resultó ser un papá. Conviví mucho con él, cerca de su casa y en su casa, una vida rudimentaria sin luz, tomando agua del río. Ese señor tiene una historia impresionante. Ha venido de múltiples desplazamientos desde la época de Gaitán. Es de los primeros desplazados. Prácticamente te hacía llorar con las historias. Los personajes también tienen obstáculos internos fuertes. No es sólo la frontera natural, del estado. Él quería alejarse del mundo del alcohol y de las fiestas. Era parte de un grupo vallenatero y dijo: “Mira, me voy porque aquí me voy a volver loco”. A los cantantes los buscan los paramilitares para que se unan a ellos, para que les canten en las fiestas. Se fue desplazando hasta que llegó al punto más recóndito de la frontera que te puedas imaginar, que es ese lugar en El Socuy. Es muy lejos y muy intrincado. Tienes que subir cuatro horas la montaña para poder encontrártelo a él. A veces la carretera se cae. Muchos de los que viven ahí eran indocumentados, y tenían que sacar sus productos a la ciudad de Maracaibo a menor precio, a través de un intermediario que les generaba un sistema de endeudamiento al llevarles la comida. Ellos pagaban con productos y la comida siempre costaba más, y siempre le debían al intermediario. Yo le preguntaba: “¿Y cómo vives tú allí?” Y él me decía: “Yo cazo, pesco”. Ese personaje es uno de los centrales por la forma como expresaba sus obstáculos internos y la fuerza que ha tenido.</p>
<p>—¿Por qué les interesa ir del documental a la ficción?</p>
<p>—Lo que nos llevó a eso es que hay realidades que deberíamos recrear de una manera u otra. La ficción te da esa herramienta: puedes recrear lo investigado y lo vivido. Puede ser con actores no profesionales, como lo hicimos en la docuficción que hicimos en Falcón. Eran no profesionales de un grupo independiente y que son parientes de los esclavos, en el único barrio de afrodescendientes que queda en Coro. Hicimos un trabajo actoral con ellos, y ellos hicieron una representación de sus antepasados. Fue impresionante la crudeza con la que ellos se conectaban con el personaje, y la forma de darles vida, como artistas populares, a aquellos maltratos. A nosotros, como realizadores, nos movía también la fuerza que tiene la ficción, en conjunción con el documental, al verla realizada. Es una herramienta de elevada calidad estética. La ficción ha resultado genial en ese brinco de simplemente rodar a lo largo de la vida de un personaje, en sus actividades diarias, a representar cosas que le han pasado. Si hubiésemos ficcionado la historia del señor López, de cómo él llegó de Colombia, sería una tremenda película. Con esas historias de vida, nosotros dijimos: “Imagínate si empezáramos a lograr eso”. Es una necesidad del artista ir buscando esas formas narrativas a medida que va desarrollando su obra.</p>
<p>—Amazonas, la última frontera, ¿es un documental sobre indígenas que viven en la frontera o sobre la autogestión?</p>
<p>—Esa es la comunidad utópica, para mí. El documental es sobre cómo se autogestiona la comunidad, y cómo es independiente y pluricultural, porque son gente de cinco o seis etnias que se ha organizado, y tienen un secretismo de religión. Tienen a Don Bosco indígena, a Jesucristo indígena, la Virgen es morena, indígena. Conviven en un orden de autogestión y trabajo solidario. Tienen autonomía en la educación y la van amoldando. No hay ley orgánica ni nada de eso para ellos. Siguen unas pautas de formación pero dan las clases como ellos quieren. Lo que pasa es que los obstáculos internos son fuertes. No pueden desligarse de la frontera. Están en todo el margen del Alto Orinoco, uno de los lugares más tocados por la minería en el Amazonas venezolano. Ellos, a pesar de las ganas que tienen de ser libres, de trabajar y de vivir en paz, están en una encrucijada, en el paso de los transgresores de su espacio natural y antagonistas de su vida en el documental, que vienen de Colombia o de Brasil a sacar oro. El documental trata básicamente de la comunidad y sus ganas de progresar en esa frontera.</p>
<p>—Uno de los problemas del documental es quién habla en ellos. En las películas de ustedes toman la palabra expertos, además de los indígenas, lo que se contrapone a la práctica de darle voz al otro, al que nunca es escuchado. ¿Por qué?</p>
<p>—Nosotros recurrimos a los especialistas porque ellos realmente han convivido con esas comunidades durante largo tiempo, o tienen un largo recorrido de trabajo que no podemos obviar. Es una cuestión de respeto a la gente que nos ha llevado a conocer esos temas. En el Amazonas, una de las personas que están presentes, que es un antropólogo que fue misionero durante muchos años, es uno de los que, cuando el estado no estaba allá, estaba luchando. Enseñaba a los indígenas a sembrar, les daba educación. A Nelson, que es nuestro personaje principal, lo ayudó. Lo trajo a Caracas a recibir clases en la Fundación Don Bosco. Aprendió radiocomunicaciones, y ellos formaron una pequeña televisora en Puerto Ayacucho. Ellos han tenido participación, a través de la iglesia o porque son luchadores comunitarios, y les hemos dado esa voz, más que por ponerlos por encima de nuestros personajes, para reafirmar la lucha que han tenido en conjunto. No se trata de traer un especialista que viene de la nada a caer en paracaídas de algo que ha visto en libros, o es un academicista que no toca la realidad. Pero últimamente nos hemos dado cuenta de que debilita un poco la fluidez de la historia y de los personajes, porque es un corte regresar a la entrevista. Nosotros hemos ido buscando formas narrativas para sustituir eso, pero sin que el mensaje de lucha, el videoactivismo con el que comenzamos, se pierda por el hecho de no poner a alguien porque va a arruinar el esquema de montaje.</p>
<p>—¿Qué otros proyectos tienen?</p>
<p>—Vamos a ir a Argentina a desarrollar el guión de Zambo. Es un guión para largometraje. La segunda temporada de Sur Sin Fronteras está preproducida. Presentamos también la película de los barí, en la Sierra de Perijá. Se llama Barí iñatubay aitaa (la tierra que pisamos es de todos). Trata de la tenencia de la tierra y, por sobre todo, de la lucha interna que ellos han tenido por el control de su espacio. No sobre el tema político, la demarcación, porque ellos manejan otros códigos. Las tierras que van a demarcar son las yukpas porque los barí no tienen fronteras. Son ocho comunidades entre Colombia y Venezuela, y tienen una capital, que es Saimadoyi, donde nosotros filmamos, y es la que maneja esas comunidades políticamente y territorialmente. Ellos han tenido el control de sus zonas desde siempre y han estado en resistencia permanente. Creo que la preocupación del blanco antropólogo, de la gente que demarca, es mayor que la que ellos tienen, porque están en paz. Aunque, claro, se cuidan de los ganaderos y tienen el problema paramilitar que te dije.</p>
<p>—Filmamos también en la Alta Guajira colombiana, más arriba de Castilletes. Llegamos a la Punta de Kijourú, que es el lugar más septentrional del continente suramericano. Ellos tienen gente armada que maneja toda la zona de la Guajira. Hay un puerto del que sale su mercancía de Colombia a Maracaibo, y eso lo manejan solos los wayuu. Es un gobierno. Claro, hay grandes caciques, grandes figuras políticas de lado y lado, que son los que conectan con los estados, pero ellos manejan todo ese territorio. A veces tú te preocupas por alguien, y él no está preocupado por ti. Está muy claro en lo que hace. Tú no tienes que protegerlos a ellos. Más bien, cuando colapse todo esto, la gran Babilonia, ellos son los que van a venir a enseñarnos cómo se hacen las cosas.</p>
<p>—¿Cómo ve el panorama del documental en Venezuela?</p>
<p>—Hay un gran salto con todo lo que ha pasado en el país. Yo estuve en el Docbsas y vi que, al igual que en Brasil, todavía están las estructuras hegemónicas. Las personas mayores, con gran trayectoria, son las que acceden a hacer proyectos, a investigar, a equivocarse con sus películas, a hacer cosas que nadie ve o que ven ellos como cine de autor, experimental. Es una obra muy “intro” y que la entienden sólo ellos. En esos países, acceder a recursos es mucho más complicado que aquí, y en Europa ni se diga. Tengo amigos que fueron y TVE les ofrecía 2.000 euros para hacer una historia local, y les decía: “Ustedes ponen la cámara”. Eso es para que no hagas cine, te frustres y te vayas. Acceder a los recursos es mucho más complicado que en Venezuela. Aquí está pasando algo muy rico, y puedes verlo en la cantidad de documentales de temas tan diversos que hay en Documenta. Eso me alegró mucho. También la gente como Azpúrua se ha vuelto a activar. Los he visto con proyectos, en conjunción con jóvenes. Tengo amigos que les están editando sus últimas películas. Hay una integración mayor en comparación con otros países, donde todavía tienes que llegar a los sesenta años de edad para ver si te aprueban el proyecto.</p>
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		<title>Resistencia</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 21:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ees</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[philosophy inspiration]]></category>

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		<description><![CDATA[ORGANIZACIONES SOCIALES SOLIDARIAS CON EL PUEBLO YUKPA
DENUNCIAN EL RECRUDECIMIENTO DEL CONFLICTO EN LA SIERRA DE PERIJA
No es una &#8220;simple pelea entre indios&#8221;, como se pretende presentar mediáticamente, el hecho ocurrido este 13 de Octubre de 2009 entre las comunidades indígenas Yukpa de Shaktapa y Guamo Pamocha (ubicadas en la Cuenca del Río Yaza, Sierra de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ORGANIZACIONES SOCIALES SOLIDARIAS CON EL PUEBLO YUKPA</p>
<p>DENUNCIAN EL RECRUDECIMIENTO DEL CONFLICTO EN LA SIERRA DE PERIJA</p>
<p>No es una &#8220;simple pelea entre indios&#8221;, como se pretende presentar mediáticamente, el hecho ocurrido este 13 de Octubre de 2009 entre las comunidades indígenas Yukpa de Shaktapa y Guamo Pamocha (ubicadas en la Cuenca del Río Yaza, Sierra de Perijá, estado Zulia) ambas aliadas en la lucha por su territorio ancestral, ha sido el resultado histórico del atropello, desplazamiento forzado y despojo de tierras a la que ha sido sometido el Pueblo Yukpa por ganaderos e intereses mineros en la zona y el manejo irresponsable actual del conflicto existente en la zona por parte de los funcionarios y funcionarias con competencias en materia de ambiente, tierra y pueblos indígenas, situación que dio lugar a otro 12 de Octubre sin entrega de los títulos colectivos para las comunidades que están en pie de lucha desde el 2008 y a su vez detonó componendas por parte de hacendados y parceleros contra los indígenas.</p>
<p>Las organizaciones sociales abajo firmantes hacen del conocimiento de la comunidad nacional e internacional que el enfrentamiento ocurrido aproximadamente a las 7:00 p.m. del 13 de Octubre de 2009 tuvo como resultado dos (2) muertes y tres (3) personas heridas, entre ellas una niña. Entre los muertos se cuenta a Hevert García, hijo de Antonio García, Cacique de Río Yaza y esposo de Guillermina Romero, hija del Cacique de la comunidad de Shaktapa Sabino Romero Izarra y una joven Yukpa embarazada que se encontraba de visita en la comunidad de Guamo Pamocha cuyo nombre se desconoce. También resultaron heridos la niña Marylis Romero, de 11 años de edad, hija del cacique Romero; Edinson Romero, sobrino del Cacique Romero, quién recibió un disparo en la pierna, y el propio Cacique Sabino Romero Izarra quién se encuentra gravemente herido con dos tiros, uno en cada brazo.</p>
<p>Un clima de tensión que tiene responsables</p>
<p>Este lamentable saldo ha sido el resultado del clima de tensión que se vive entre las comunidades Yukpa como consecuencia de múltiples factores, entre los que destacan la instigación por parte de hacendados organizados en GADEMA, en coordinación con el autodenominado Frente Campesino Revolucionario Wayuu que reúne a parceleros que han manifestado su intención de tomar posesión sobre las tierras de la sierra por propia mano. Otro factor que destaca es la acción de los funcionarios y funcionarias del gobierno nacional que se han encargado de fragmentar a las comunidades mediante el manejo clientelar de los programas de vivienda, compra de camiones, y otorgamiento de créditos para los Consejos Comunales que son parte del &#8220;Plan Yukpa&#8221;, con la finalidad de lograr su apoyo incondicional para la firma de unas propuestas de demarcación que van acompañadas de los &#8220;Acuerdos de Convivencia con Terceros&#8221;, documentos que constituyen una manera de mantener la presencia y privilegios de hacendados y parceleros condenando a los indígenas a la exclusión. Tampoco se ha cumplido con la consulta previa e informada de los informes técnicos de demarcación, procedimiento fundamental exigido por la normativa vigente generando un clima de tensión que propicia la violencia y la presencia de mercenarios y sicarios.</p>
<p>En contra de la criminalización</p>
<p>Rechazamos la criminalización con la cual se pretende estigmatizar al Cacique Sabino Romero Izarra que se ha negado a transar sus derechos territoriales, en representación de su comunidad, manteniendo con firmeza sus demandas, asunto por el cual algunas autoridades consideran al Cacique Sabino el obstáculo fundamental para el proceso de demarcación y ha sido objeto de una campaña de desprestigio que lo trata de involucrar en el robo de ganado sin que existan pruebas de convicción en ese sentido. Esa matriz de opinión busca forzar un enfrentamiento entre los mismos indígenas y con los ganaderos de Machiques.</p>
<p>El 12 de octubre circularon rumores en la Sierra de Perijá que se estaban ofreciendo cinco mil bolívares por la cabeza del Cacique Sabino Romero por parte de parceleros Wayuu y hacendados de la zona. También se ha intentado criminalizar a la comunidad de &#8220;Shaktapa&#8221; afirmando que es el &#8220;Chiapas&#8221; de la Sierra de Perijá y que el Cacique Romero no acepta los ofrecimientos de los funcionarios porque desconoce al Estado, lo cual es falso, con lo cual se busca invisibilizar sus reiteradas exigencias realizadas ante las autoridades responsables en el marco de la legislación vigente.</p>
<p>El Estado tiene la responsabilidad indelegable de saldar efectivamente la deuda histórica con los pueblos indígenas, para lo cual debe brindar todos los tipos de protección (legal, territorial, ambiental, personal, sanitaria, alimentaria) a que está obligado por la Constitución y las leyes vigentes, a través de procedimientos administrativos expeditos y consensuados. El Estado debe abstenerse de realizar actos o permitir (aquiescencia) que terceros atenten contra la vida y derechos de los pueblos indígenas, especialmente hacendados y parceleros, que ponen en riesgo la existencia, el valor, el uso o el goce de los bienes territoriales indígenas.</p>
<p>Recomendaciones</p>
<p>Las organizaciones sociales que suscriben este comunicado solicitan al Presidente de la República, Hugo Chávez Frías, el cese inmediato de la criminalización contra el Cacique Sabino Romero por parte de algunos funcionarios o funcionarias del Gobierno, así como la reestructuración de la Comisión Nacional de Demarcación y la Auditoría exhaustiva al Plan Integral Yukpa, ambas con participación de las comunidades indígenas. Asimismo, en términos del proceso de demarcación, se recomienda:</p>
<p>1. Concretar las compras de las bienhechurías de las haciendas recuperadas (demanda recurrente de las comunidades Yukpa y orden presidencial desde agosto de 2008) como requerimiento esencial para generar un ambiente de seguridad y confianza que pueda dar paso a la demarcación.<br />
2. Inclusión efectiva de las autoridades ancestrales y tradicionales del Pueblo Yukpa en la toma de decisiones de los asuntos que les afecten más directamente como pueblo, de conformidad con el derecho Yukpa y la legislación indigenista vigente. El Estado debe incluir el protagonismo indígena en todo el proceso de demarcación, en particular, en el proceso de su planificación.<br />
3. Reformular los procedimientos para la consulta pública. En el caso Yukpa, la consulta debe ser comunidad por comunidad y cumpliendo el principio de información previa, libre y de buena fe. Los documentos importantes del proceso de demarcación, deben ser traducidos al idioma Yukpa.<br />
4. Garantizar que la demarcación cumpla con los criterios de &#8220;Tierras saneadas, sin hacendados ni minas&#8221; que ha sido la solicitud expresa y permanente de las comunidades Yukpa.<br />
5. La destitución de Sergio Rodríguez, Viceministro de Ordenación y Administración Ambiental del Ministerio del Poder Popular para el Ambiente porque es quién ha orientado está equivocada política.<br />
6. Revisión exhaustiva de la gestión de la Ministra Nicia Maldonado, encargada de la definición de las políticas hacia los pueblos indígenas.</p>
<p>Si no se reconoce la organización ancestral política Yukpa se están violando sus derechos políticos; si ellos no son los protagonistas del proceso de demarcación se vulneran sus derechos territoriales; si las casas que se les ofrecen no se corresponden con su modo de vida ancestral se está violentando su derecho a la vivienda; si no se hacen estudios de impacto ambiental y social, así como consulta previa de proyectos y políticas públicas para la zona se están violentando sus derechos culturales; y si no se entregan los títulos de tierra se está obstaculizando la constitución del Estado Multiétnico y Pluricultural que establece la Constitución de la República Bolivariana de Venezuela.</p>
<p>¡CESE A LA POLÍTICA DIVISIONISTA</p>
<p>HACIA  LOS PUEBLOS INDIGENAS!</p>
<p>¡CESE INMEDIATO AL DERRAMAMIENTO DE SANGRE DE LOS PUEBLOS YUKPAS DE PERIJÁ, NO MAS MUERTOS NI HERIDOS!</p>
<p>¡CESE INMEDIATO AL DERRAMAMIENTO DE SANGRE DE LOS PUEBLOS YUKPAS DE PERIJÁ, NO MAS MUERTOS NI HERIDOS!</p>
<p>¡LOS HACENDADOS, MINEROS Y SUS ALIADOS EN LA COMISION NACIONAL DE DEMARCACION NO DETENDRAN LA LUCHA DE LOS PUEBLOS YUKPA POR LA RECUPERACION DE SUS TIERRAS ANCESTRALES!</p>
<p>Red de Apoyo por la Justicia y la Paz; Universidad Indígena de Venezuela; Ojos Rojos Percepción Colectiva; Observatorio de Derechos de los Pueblos Indígenas de la UBV; Sociedad Homo et Natura; Foro Itinerante de Participación Popular; Asociación Nacional de Medios Comunitarios, Libres y Alternativos (ANMCLA); Mujer Quilombo; Programa Venezolano de Educación y Acción en Derechos Humanos (PROVEA); Comuneros del Sur; Escuela Popular de Formación Shema Sader; Cumbe de Mujeres; Centros Comunitarios de Aprendizaje (CECODAP); Organización de Estudiantes Indígenas de Venezuela (ONEIVE); Cátedra Guaicaipuro de la UBV; Centro de Estudios e Investigación de Pueblos Indígenas de la UBV; El Grito de los Excluidos; Asociación Civil &#8220;Primeros Pasos de Mujer&#8221;; Periódico Proceso; Sistema Zamora Libre; elpueblosoberano.net; Corredor del Noroeste (Caracas) ; Plataforma por los Derechos de los Pueblos, Colectivo Cuento, Fiesta y Candela, Núcleo Endógeno Cultural Capirugente, Colectivo Cultural Aguaelluvia, Organización Wayuu Maikiraalasili; PRV-Tercer Camino, Comité Nacional de los Sin Techo; Corredor del Noroeste, Colectivo Alí Primera (Apure), Mineros Artesanales de las Claritas, Ateneo Popular de Caracas, Movimiento Popular Argimiro Gabladón (Portuguesa), Frente Revolucionario de Inquilinos y Ocupantes, MAR; Frente de Unidad Estratégica de Grupos Organizados; Corredor Central (Caracas); Radio Ecos; Movimiento Estudiantil de Integración Universitaria(ULA); Perijá TV. Movimiento Estatuista de Maracaibo; FEDECC; Periódico El Bulevard (San Cristobal).</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Documental &#8220;La Gran Nación Guayú&#8221;</title>
		<link>http://expansionecosur.com/photos-3/</link>
		<comments>http://expansionecosur.com/photos-3/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 23:05:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ees</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[photos]]></category>

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		<description><![CDATA[Presentado por:
 
Cooperativa Expansión Eco Sur Films
 
Original de
José Luís Dávila Chacón
 
Serie Documental 
&#8220;Sur Sin Fronteras&#8221;
 
Documental &#8220;La gran nación guayú&#8221;
 
Sinopsis
 
Descendientes de la etnia Arawak venida desde las planicies del mato grosso en Brasil como raíz familiar, los Guayú han mantenido sólida su cultura ancestral a través de los milenios, hoy se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Presentado por:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Cooperativa Expansión Eco Sur Films</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Original de</strong></p>
<p><strong>José Luís Dávila Chacón</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Serie Documental </strong></p>
<p><strong>&#8220;Sur Sin Fronteras&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Documental &#8220;La gran nación guayú&#8221;</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sinopsis</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Descendientes de la etnia Arawak venida desde las planicies del mato grosso en Brasil como raíz familiar, los Guayú han mantenido sólida su cultura ancestral a través de los milenios, hoy se enfrentan al reto como pueblo originario el mantener intactas las tradiciones y las bases de su organización basadas en tres grandes líneas principales: la oralidad representada por su lengua el Guayunaikii, la construcción de su realidad partiendo del mundo de los sueños, y la autodeterminación y defensa de su espacio libre de fronteras ya que habitan los países de Venezuela y Colombia y son la etnia con mayor numero de pobladores de ambos lados de la frontera impuesta, hoy estas estructuras ancestrales son amenazadas por la globalización occidental, que es la avanzada de segunda colonización que les amenaza con la destrucción de sus raíces.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Producción General</p>
<p>José Luis Dávila Chacón</p>
<p>Producción Ejecutiva</p>
<p>Jesús Dávila</p>
<p>Dirigida, escrita y fotografiada</p>
<p>José Luis Dávila Chacón</p>
<p>Financiada por:</p>
<p>Fondo de responsabilidad Social</p>
<p>Producción de campo</p>
<p>Jesús Dávila</p>
<p>Asistente de Dirección</p>
<p>Albaro Araujo</p>
<p>Equipo de Investigación etnográfica</p>
<p>José Luis Dávila Ch.</p>
<p>Jesús Dávila</p>
<p>Albaro Araujo</p>
<p>Sonidista</p>
<p>Crew Pushaina</p>
<p>Booman</p>
<p>Albaro Araujo</p>
<p>Montaje</p>
<p>Crew Pushaina</p>
<p>Música Original</p>
<p>Danny Torres</p>
<p>Post Producción y Mezcla</p>
<p>Antonio Garrido</p>
<p>Santiago Ortega</p>
<p>Diseño Gráfico</p>
<p>Mariana Arias</p>
<p>Asistente de producción</p>
<p>Tony Arends</p>
<p>Albaro Araujo</p>
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		<title>Documentalismo como política de la verdad</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 23:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ees</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ Documentalismo como
política de la verdad

Reproducimos este ensayo donde la artista y teórica Hito Steyerl reflexiona sobre la política de la verdad en el documental, es decir, sobre cómo la verdad documental es siempre un constructo político y social que además puede tener efectos en el campo de la gobernabilidad, sin olvidar, que la imagen, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 class="entry-title"><a href="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2008/10/unespejosomos.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-142" title="unespejosomos" src="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2008/10/unespejosomos-231x300.jpg" alt="unespejosomos" width="231" height="300" /></a> Documentalismo como</h2>
<h2 class="entry-title">política de la verdad</h2>
<div class="excerpt">
<p>Reproducimos este ensayo donde la artista y teórica <strong>Hito Steyerl</strong> reflexiona sobre la política de la verdad en el documental, es decir, sobre cómo la verdad documental es siempre un constructo político y social que además puede tener efectos en el campo de la gobernabilidad, sin olvidar, que la imagen, “pese a todo”, participa de lo real.</div>
<p>Hay una escena famosa en la película de los hermanos Marx <em>Sopa de Ganso</em>. <strong>Groucho Marx</strong> interpreta a un presidente corrupto de la república bananera de Freedonia, que depende de la ayuda de los Estados Unidos. El espía <strong>Chico Marx</strong> se disfraza haciéndose pasar por Groucho y así robar sus planes de guerra. Cuando la mascarada ya no es creíble, finalmente grita con irritación: “¿A quién vas a creer, a mí o a tus propios ojos?”</p>
<p>Esta frase paradójica nos conduce directamente al centro del problema: ¿A quién debemos creer? ¿Al presidente o a nuestros propios ojos? ¿La verdad determina la política o la política, la verdad? Es una cuestión de cómo la producción de la verdad siempre ha estado influida y estandarizada por relaciones sociales de poder – en la película de Chico, por el presidente.<strong> Michel Foucault</strong> denomina a este proceso la política de la verdad (1). Y lo describe como una serie de normas que determinan la producción de la verdad, distinguiendo las afirmaciones ciertas de las falsas y fijando los procedimientos de producción de la verdad. La verdad, por tanto, también está siempre políticamente regulada.</p>
<p>Me gustaría discutir el concepto de las políticas de la verdad tomando como ejemplo las formas documentales. Aquí también, ciertos procedimientos se desarrollan para separar las afirmaciones ciertas de las falsas, en la medida en que hay fórmulas preferentes para organizar y producir afirmaciones ciertas. Aquí también, la política no emana de la verdad, sino la verdad, de la política.</p>
<p>Se puede citar como ejemplo de este tipo de política de la verdad documental el tratamiento de la imagen política que se desarrolló en el seno del Consejo de Seguridad de Naciones Unidas en relación a la existencia de armas de destrucción masiva en Irak en 2002 y 2003. Hubo dos aproximaciones en la controversia: la de la administración de <strong>George W. Bush</strong> y la de la agencia de Naciones Unidas <em>Unmovic</em>. La administración de Bush respaldó sus afirmaciones – ejemplificadas por la infame presentación del Secretario de Estado <strong>Colin Powell</strong> ante el Consejo de Seguridad, con la visualización de ciertos testimonios, como pueden ser dibujos o subtitulando conversaciones telefónicas presentadas como documentos sonoros. Otro componente de su argumentación visual fueron las fotos tomadas por satélite y las fotos de vigilancia aérea, donde las demostraciones principales emanaban de ciertos elementos escritos de carácter interpretativo que se habían insertado en la imagen. Cada signo de referencia indicial, tradicionalmente considerado una característica de la autenticidad documental, era nimio en las fotos y en los mapas, y se apoyaba principalmente en “fuentes” secretas. Sin embargo, esta política de la verdad prevaleció sobre la de los inspectores de armas, que habían desarrollado procedimientos considerablemente más complejos y codificados para determinar la verdad, como la comparación de las hipótesis formuladas a partir de material fotográfico, el testimonio de testigos e información obtenida sobre el terreno.</p>
<p><strong>El Gobierno a través de la Verdad: “Documentalidad”</strong></p>
<p>Como vemos claramente a través de este ejemplo, las formas documentales pueden tener una suerte de efecto de gobernación a través de la producción de la verdad. El concepto de “gobernabilidad” fue desarrollado por Foucault y definido como una forma específica de ejercicio del poder que opera a través de la producción de la verdad. De acuerdo a esto, el problema político esencial no es la falta de verdad de las condiciones sociales, sino su verdad; por ejemplo, la forma en que ciertos conceptos y formas de producción generan, apoyan o sortean y cuestionan la dominación. Las producciones mediáticas pueden asimismo asumir el papel de estructuras gubernamentales y funcionar como bisagra entre el poder y la subjetivación. (2)</p>
<p>Yo llamo a este punto de intersección entre la gobernabilidad y la producción de la verdad documental “documentalidad”. La documentalidad describe la penetración de formaciones políticas, sociales y epistemológicas superiores en una política específica de la verdad documental. La documentalidad es el punto donde pivotan, donde las formas de producción de verdad documental se convierten en gobierno o viceversa. El término describe tanto la complicidad con las formas dominantes de política de la verdad como una actitud crítica hacia estas formas. Aquí las estructuras de poder/saber científicas, periodísticas, jurídicas o que ejercen como autentificadoras se conjugan con articulaciones documentales, como hemos constatado de manera ejemplar en el discurso de Powell.</p>
<p>La política de la verdad de la administración estadounidense constituye un perfecto ejemplo de la interacción del documental con el poder, el conocimiento y la organización de documentos. Frente a ésta, la documentalidad también puede significar un intento de desbaratar y problematizar no sólo las formas documentales de producción de la verdad, sino también de gobierno, como por ejemplo en el intento del grupo Kinoki a la hora de crear una cinematografía comunista soviética (3). Su objetivo era revolucionar las prácticas de recepción y producción a través de la mecanización del ojo y de la organización planificada de la producción, y a través del desplazamiento de la ficción dominante a favor del documental o el “filme de hechos”. La organización del filme y la organización de la sociedad seguían, consecuentemente, los mismos principios materialistas, científicos y al mismo tiempo, constructivistas-revolucionarios.</p>
<p>En ambos casos, la función del documental se corresponde con la de las técnicas de gobierno en tanto que “forma de poder que estructura el campo de posibles acciones de los sujetos a través de la producción de la verdad” (4). De forma análoga a esta definición, el documental también es una cuestión de estructurar el campo de posibles acciones, por ejemplo, sugiriendo, proponiendo, evocando, previniendo o reformando acciones (o actitudes), como en el caso de la presentación de Powell ante el Consejo de Seguridad. De acuerdo con esta lectura, las formas documentales son menos el reflejo de una realidad que la creación de la misma. El documento funciona aquí más como un instrumento heurístico que no se adhiere al estado actual de las cosas, sino a un estado previsto de las cosas que él engendra.</p>
<p>Así los documentos a menudo asumen el papel de catalizadores de la acción, están concebidos ante todo para crear la realidad que está documentada en ellos. De aquí, sin embargo, no se puede deducir – y este es el problema del concepto foucaltiano de políticas de la verdad- que cada concepto de verdad sea contingente y relativo. Por un lado, la articulación, la producción y la recepción de un documento está profundamente marcada por las relaciones de poder y está basada en convenciones sociales. Por otra parte, aunque, el poder de un documento descansa en el hecho de que está previsto que pruebe lo impredecible dentro de estas relaciones de poder- debe ser capaz de expresar lo que es inimaginable, inefable, desconocido o incluso monstruoso- y por tanto crear la posibilidad de cambio.</p>
<p>—<br />
(1) Lemke, Thomas (1997). Eine Kritik der politischen Vernunft. Hambourg, Argument Sonderband neue Folge AS251, p. 32.</p>
<p>(2) Ibid, p.31.</p>
<p>(3) Vertov, Dziga (1998). Vorläufige Instruktion an die Zirkel des Kinoglaz. Bilder des Wirklichen. Texte zur Theorie des Dokumentarfilms. Eva Hohenberger. Berlin, Verlag Vorwerk: p.88.</p>
<p>(4) Lemke, 1997, p.348.</p>
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		<title>Links/Enlaces</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 04:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ees</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Links]]></category>

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<p>Links</h2>
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		<title>Manifiesto Ecosocialista</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 01:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ees</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[philosophy inspiration]]></category>

		<category><![CDATA[ecosocialist]]></category>

		<category><![CDATA[manifesto]]></category>

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		<description><![CDATA[Manifiesto Ecosocialista.
 El siglo XXI se inicia de manera catastrófica, con un grado sin precedentes de deterioro ecológico y un orden mundial caótico, amenazado por el terror y por conglomerados de guerra desintegradora, de baja intensidad, que se extienden como gangrena a través de amplios segmentos del planeta -África Central, Medio Oriente, Asia Central y [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><strong>Manifiesto Ecosocialista</strong>.</span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"> El siglo XXI se inicia de manera catastrófica, con un grado sin precedentes de deterioro ecológico y un orden mundial caótico, amenazado por el terror y por conglomerados de guerra desintegradora, de baja intensidad, que se extienden como gangrena a través de amplios segmentos del planeta -África Central, Medio Oriente, Asia Central y del Sur y noroeste de Sudamérica- y reverberan a través de las naciones. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">En nuestra visión, la crisis ecológica y la crisis de deterioro social están profundamente interrelacionadas y deben ser vistas como distintas manifestaciones de las mismas fuerzas estructurales. La primera se origina ampliamente en la industrialización rampante que desborda la capacidad de la Tierra para amortiguar y contener la desestabilización ecológica. La segunda se deriva de la forma de imperialismo conocida como globalización, con efectos desintegradores en las sociedades que encuentra a su paso. Más aun, estas fuerzas subyacentes son esencialmente aspectos diferentes de una misma corriente, que debe ser identificada como la dinámica central que mueve a la totalidad: la expansión del sistema capitalista mundial. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Rechazamos todos los eufemismos o la suavización propagandística de la brutalidad de este régimen: todo intento de lavado verde de sus costos ecológicos, toda mistificación de sus costos humanos en nombre de la democracia y los derechos humanos. Insistimos, por el contrario, en mirar al capital desde la perspectiva de lo que realmente ha hecho. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Actuando sobre la naturaleza y su equilibrio ecológico, el régimen, con su imperativo de expansión constante de la rentabilidad, expone los ecosistemas a contaminantes desestabilizadores; fragmenta hábitats que han evolucionado durante eones para permitir el florecimiento de los organismos, despilfarra los recursos y reduce la sensual vitalidad de la naturaleza al frío intercambio requerido por la acumulación de capital. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">En lo concerniente a la humanidad y sus demandas de autodeterminación, comunidad y una existencia plena de sentido, el capital reduce a la mayoría de la población mundial a mero reservorio de fuerza de trabajo, mientras descarta a muchos de los restantes como lastre inútil. Ha invadido y erosionado la integridad de las comunidades a través de su cultura global de masas de consumismo y despolitización. Ha incrementado las desigualdades en riqueza y poder hasta niveles sin precedentes en la historia humana. Ha trabajado en estrecha alianza con una red de estados clientes serviles y corruptos, cuyas élites locales ejecutan la tarea de represión ahorrándole al centro el oprobio de la misma. Y ha puesto en marcha una red de organizaciones supraestatales bajo la supervisión general de los poderes occidentales y del superpoder Estados Unidos, para minar la autonomía de la periferia y atarla al endeudamiento, mientras mantiene un enorme aparato militar para asegurar la obediencia al centro capitalista. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Creemos que el actual sistema capitalista no puede regular, y mucho menos superar, las crisis que ha desatado. No puede resolver la crisis ecológica, porque hacerlo requiere poner límites a la acumulación -una opción inaceptable para un sistema cuya prédica se apoya en la divisa: ¡ crecer o morir<em> </em>! Y no puede resolver la crisis planteada por el terror y otras formas de rebelión violenta porque hacerlo significaría abandonar la lógica imperial, lo que impondría límites inaceptables al crecimiento y a todo el &#8220;modo de vida&#8221; sostenido por el ejercicio del poder imperial. Su única opción restante es recurrir a la fuerza bruta, incrementando así la alienación y sembrando las semillas del terrorismo&#8230; y del antiterrorismo que lo sigue, evolucionando hacia una variante nueva y maligna de fascismo. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">En suma, el sistema capitalista mundial está en una bancarrota histórica. Se ha convertido en un imperio incapaz de adaptarse, cuyo propio gigantismo deja al descubierto su debilidad subyacente. Es, en términos ecológicos, profundamente insustentable y debe ser cambiado de manera fundamental, y mejor aun, reemplazado, si ha de existir un futuro digno de vivirse. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">De este modo, regresa la categórica disyuntiva planteada una vez por Rosa Luxemburgo: ¡socialismo o barbarie!, en momentos en que el rostro de esta última refleja ahora el sello del siglo que empieza y asume el semblante de la ecocatástrofe, el terror-contraterror, y su degeneración fascista. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Pero, ¿por qué socialismo, por qué revivir esta palabra en apariencia destinada al basurero de la historia por los fracasos de sus interpretaciones del siglo XX?. Por esta única razón: por muy golpeada e irrealizada que esté, la noción de socialismo aún sigue en pié para la superación del capital. Si el capital ha de ser vencido, tarea que ahora tiene carácter urgente para la supervivencia de la civilización misma, el resultado será por fuerza &#8220;socialista&#8221;, porque ése es el término que significa el paso hacia una sociedad poscapitalista. Si decimos que el capital es radicalmente insustentable y se fragmenta en la barbarie esbozada arriba, estamos diciendo también que necesitamos construir un &#8220;socialismo&#8221; capaz de superar las crisis que el capital ha venido desatando. Y si los &#8220;socialismos&#8221; del pasado fracasaron en hacerlo, entonces es nuestra obligación, al elegir no someternos a un destino bárbaro, luchar por uno que triunfe. Y tal como la barbarie ha cambiado de un modo que refleja el siglo transcurrido desde que Luxemburgo expresara su alternativa fatídica, así también el nombre y la realidad de &#8220;socialismo&#8221; deben hacerse adecuados para este tiempo. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Por estas razones escogimos llamar <em>ecosocialismo</em> a nuestra interpretación del &#8220;socialismo&#8221;, y dedicarnos a su realización. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><strong>¿ Por qué el ecosocialismo ?</strong> </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Vemos al ecosocialismo no como la negación sino como la realización de los socialismos <em>&#8220;de primera época&#8221;</em> del siglo XX, en el contexto de la crisis ecológica. Como aquéllos, éste se construye entendiendo el capital como trabajo objetivado, y se funda en el libre desarrollo de todos los productores o, en otras palabras, en el desmantelamiento de la separación de los productores respecto de los medios de producción. Entendemos que este objetivo no pudo ser realizado por los socialismos <em>de primera época</em>, por razones demasiado complejas de abordar aquí, excepto resumirlas en los diversos efectos del subdesarrollo en un contexto dominado por la hostilidad de los poderes capitalistas existentes. Esta coyuntura tuvo numerosos efectos nocivos en los socialismos existentes, principalmente la negación de la democracia interna junto a la emulación del productivismo capitalista, lo que terminó por conducir al colapso de esas sociedades y a la ruina de sus ambientes naturales. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">El ecosocialismo mantiene los objetivos emancipatorios del socialismo de primera época y rechaza tanto las metas reformistas, atenuadas, de la socialdemocracia, como las estructuras productivistas de las variantes burocráticas de socialismo. En cambio, insiste en redefinir tanto la vía como el objetivo de la producción socialista en un marco ecológico. Lo hace específicamente con respecto a los &#8220;límites del crecimiento&#8221; esenciales para la sustentabilidad de la sociedad. Estos se adoptan, sin embargo, no en el sentido de imponer escasez, privación y represión. El objetivo, por el contrario, consiste en una transformación de las necesidades y un cambio profundo hacia la dimensión cualitativa, alejándose de la cuantitativa. Desde el punto de vista de la producción de mercancías, esto se traduce en una valorización de los valores de uso por sobre los valores de cambio -un proyecto de vasto significado, que se funda en la actividad económica directa. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">La generalización de la producción ecológica bajo condiciones socialistas puede proporcionar la base para superar las crisis actuales. Una sociedad de productores libremente asociados no se detiene en su propia democratización. Debe, por el contrario, insistir en la liberación de todos los seres como fundamento y propósito. Supera así el impulso imperialista, subjetiva y objetivamente. Al realizar tal objetivo, lucha por superar todas las formas de dominación, incluyendo en especial las de género y raza. Y supera las condiciones que dan origen a las distorsiones fundamentalistas y sus manifestaciones terroristas. En suma, supone una sociedad mundial en un grado de harmonía ecológica con la naturaleza impensable en las condiciones actuales. Una consecuencia práctica de estas tendencias se expresaría, por ejemplo, en la extinción de la dependencia en los combustibles fósiles consustancial al capitalismo industrial. Y esto a su vez puede proporcionar la base material para la liberación de los países oprimidos por el imperialismo del petróleo, mientras que permite la contención del calentamiento global, junto a otros problemas de la crisis ecológica. </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Nadie puede leer estas propuestas sin pensar, primero, en cuántos problemas prácticos y teóricos generan, y segundo y más abrumadoramente, en lo lejanas que están con respecto a la configuración actual del mundo, en su anclaje institucional y en la forma en que se imprime en la conciencia. No necesitamos desarrollar estos puntos, que deberían ser instantáneamente reconocibles para todos. Pero quisiéramos insistir en que sean tomadas desde una perspectiva apropiada. Nuestro proyecto no consiste ni en delinear cada paso de esta vía ni en ceder ante el adversario debido a la preponderancia del poder que ostenta. Se trata, en cambio, de desarrollar la lógica de una transformación suficiente y necesaria del orden actual, y en empezar a desarrollar las etapas intermedias en dirección a este objetivo. Lo hacemos para pensar con mayor profundidad en estas posibilidades y, al mismo tiempo, empezar el trabajo de diseñar junto a todos los que piensan parecido. Si algún mérito hay en estos argumentos, entonces debe ocurrir que pensamientos similares, y prácticas que realicen esos pensamientos, germinen coordinadamente en innumerables puntos alrededor del mundo. El ecosocialismo será internacional, y universal, o no será. Las crisis de nuestro tiempo pueden –y deben- ser vistas como oportunidades revolucionarias, lo que es nuestra obligación afirmar y dar nacimiento.</span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
Joel Kovel y Michael Löwy</span></strong> </span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><em>La idea de este manifiesto ecosocialista fue lanzada en conjunto por Joel Kovel y Michael Löwy en un taller sobre ecología y socialismo celebrado en Vincennes, cerca de París, en septiembre de 2001. Todos sufrimos de un caso crónico de la paradoja de Gramsci, al vivir en un tiempo cuyo viejo orden está muriendo (arrastrando a la civilización consigo) mientras el orden nuevo no parece capaz de nacer. Pero al menos puede anunciarse. La sombra más profunda que se cierne sobre nosotros no es el terror, el colapso ambiental, ni la recesión o depresión global. Es el fatalismo internalizado que afirma que no existe alternativa posible al orden mundial capitalista. Por eso quisimos poner un ejemplo de un tipo de discurso que niega deliberadamente el ánimo actual de transigencia angustiada y aceptación pasiva.</p>
<p>El ecosocialismo no es aún un fantasma, ni está plasmado en ningún partido o movimiento concreto. Sólo es una línea de razonamiento, basada en una lectura de la crisis actual y las condiciones necesarias para superarla. No pretendemos ser omniscientes. Lejos de ello, nuestro objetivo es invitar al diálogo, al debate, a la enmienda, sobre todo, en el sentido de cómo esta noción puede realizarse. Innumerables focos de resistencia surgen espontáneamente a través de la caótica ecumene del capital global. Muchas son inmanentemente ecosocialistas en contenido. ¿ Cómo pueden reunirse ? ¿ Podemos imaginar una &#8220;internacional ecosocialista&#8221; ? ¿ Puede el fantasma llegar a existir ? Con ese fin, convocamos al debate.</p>
<p></em><strong><img class="size-medium wp-image-147 alignleft" style="border: 55px solid black; margin-top: 55px; margin-bottom: 55px;" title="mayas" src="http://expansionecosur.com/wp-content/uploads/2008/07/mayas-300x188.gif" alt="mayas" width="300" height="188" /><br />
</strong></span></span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><em></p>
<p></em></span></span></p>
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		<title>El Método Etnográfico</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 01:19:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ees</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[philosophy inspiration]]></category>

		<category><![CDATA[ethnography]]></category>

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